Conheça os tipos de faróis

Se você é motorista, certamente sabe que existem alguns tipos de faróis. Se você ainda não conhece e quer aprender um pouco mais, vem com a gente!


História do farol  

Assim como as carruagens possuíam seus recursos para iluminar a estrada, os primeiros modelos de carro também tiveram que se adaptar a tecnologia e avanços que possuíam na época. Ao estilo candelabro à vela, os faróis criados no ano de 1899 iluminaram estradas em carros como o Peugeot Tipo 3 e o Benz Viktoria. Em 1912, os automóveis deram o seu próprio avanço ao substituir a antiga técnica por lâmpadas elétricas, fazendo com que em 1930 fosse criado o farol com dois filamentos e defletor. No início dos anos 50 os faróis duplos surgiram com o intuito de oferecer luminosidade baixa e alta para automóveis como o Ford Tudor e o Chevrolet Buick. Em 2001 um grande passo foi dado com a criação de faróis LED, oferecendo aos automóveis um consumo sete vezes menor de energia.

 

De lá para cá outras novidades foram surgindo e desde 2004 o LED passou a equipar os faróis dos automóveis, aumentando a eficiência energética, segurança (com feixes direcionais), bem como as possibilidades em design.

Atualmente, o que há de mais moderno no setor é o farol a laser e as lanternas Oled (organic led), em que a camada de emissão eletroluminescente é um filme orgânico.

Faróis de milha

De acordo com a Resolução 227/07 do CONTRAN, o farol de milha é um farol adicional, com um facho de luz concentrado, de alta intensidade e alcance, semelhante ao farol de luz alta, destinado a auxiliar a iluminação à distância e à frente do veículo.

Como a própria definição alerta, a intensidade do farol de milha se assemelha ao farol convencional em luz alta, podendo causar ofuscamento e desconforto aos outros condutores. É por isso que eles devem cumprir todas as exigências da lei quanto à temperatura e tipo das lâmpadas, potência e situações de acionamento permitidos.

A mesma Resolução prevê que a cor dos faróis de milha será branca e que sua utilização somente é permitida quando também estiverem acionados os faróis principais de luz alta. Além disso, a intensidade máxima em operação do conjunto de faróis principais de luz alta e faróis de milha não deve superar 340.000 candelas (medida de intensidade da luz).

 

Faróis de neblina

O nome já diz tudo! O farol de neblina é aquele utilizado em situações de nevoeiro, neblina e até mesmo tempestades. Sua principal função é auxiliar o motorista a enxergar o espaço logo à frente do veículo quando não há muita visibilidade.

Com lâmpadas de intensidade mais fracas e menor alcance, o farol de neblina pode ter a coloração branca ou amarela e deve ser instalado nas medidas determinadas pela Resolução 227 do Contran, para que execute corretamente sua função de iluminar a pista abaixo da neblina.

Não há proibição expressa do Código de Trânsito sobre sua utilização fora das circunstâncias apontadas, mas vale lembrar que, ao contrário do que muitos condutores pensam, ele não substitui o farol baixo (luz de posição), exigido para o tráfego à noite, por túneis e em rodovias. 

 

Farol convencional

O farol convencional é a principal fonte de iluminação do veículo. Ele pode conter as luzes diurnas (DRL), além de tradicionalmente ser equipado com os modos lanterna, farol baixo, farol alto (já mencionados) e pisca-alertas.

Sua tecnologia e estrutura podem ser de diferentes tipos, cada uma com uma lâmpada diferenciada. Atualmente, as lâmpadas mais utilizadas ainda são as halogenas, mas outras opções caminham para uma participação mais expressiva no mercado, como é o caso do LED.

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